Motley Crue, Hollywood, CA, 1982
Category: Fotografia
“Comecei a fotografar para a revista masculina Oui no início dos anos 80. Procurávamos bandas que estivessem dispostas a tudo. Em Los Angeles, encontrei-me com Bryn Bridenthal, a chefe de relações públicas da Elektra Records; a editora tinha uma nova banda no seu leque que ela achava que poderia ser adequada. Bryn organizou um jantar num restaurante mexicano na cidade com os Mötley Crüe. Percebi imediatamente que era o tipo de banda com quem queria andar. Comemos tacos, bebemos tequila até não vermos direito, e acabámos no Rainbow. Nesse agosto, a Elektra lançou o álbum de estreia dos Mötley, Too Fast for Love, e voltámos a Los Angeles para fazer uma sessão e entrevista para a Oui. Foi a primeira sessão fotográfica da banda que lhes trouxe atenção nacional. Depois, acabámos no Rainbow com as modelos da sessão. Estávamos no infame canto traseiro onde havia alguma ação por baixo da mesa. Foi uma noite memorável.” — Mark “WEISSGUY” Weiss
“Tragam as motas, tragam as raparigas, tragam o sangue, tragam tudo! Para mim, era: ‘Até onde podemos ir?’ Havia uma boa sinergia entre o artista e o fotógrafo, porque o Mark parecia ser um de nós. Na altura—e, na verdade, ainda agora—tínhamos um problema com ‘não-artistas’. Se viesse um tipo conservador, um fotógrafo profissional com os seus quatro assistentes e toda aquela coisa, parecia que estávamos a fotografar uma caixa de sabão. E nós não somos uma caixa de sabão—somos um animal enjaulado! Mas com o Mark, sentíamos: ‘Aqui está um espírito afim.’ De facto, sei que depois fomos a um restaurante mexicano e ficámos tão bêbados—a banda, todas as modelos, o Mark, toda a comitiva—que fomos todos expulsos do restaurante.” — Nikki Sixx









